Big techs e laboratórios
ByteDance, Alibaba e Tencent encomendam mais de US$ 35 bilhões em chips da Nvidia
As empresas chinesas vão usar as placas sobretudo para inferência, ou seja, para rodar modelos já treinados e atender usuários, tarefa que exige menos do que o treino. Jensen Huang já disse que as restrições levaram a fatia da Nvidia nos chips de data center na China de quase monopólio a quase zero. A demanda mostra que ainda há mercado para produtos permitidos, mas a Nvidia vai priorizar na TSMC a plataforma Rubin, para grandes data centers, a partir de 2027. A Huawei ganha espaço enquanto isso.
A oferta de chips segue apertada até 2027; quem planeja rodar IA em servidor próprio deve reservar capacidade ou contratar nuvem com antecedência.